Está aberta a época das havaianas e dos pés com areia ;)
sexta-feira, 11 de maio de 2012
quarta-feira, 25 de abril de 2012
Gggrrrrrrr, que raiva!!! Hoje estava de assistência e agora cá estou eu no aeroporto pronta para ir voar porque algum coleguinha querido decidiu dar baixa à ultima da hora. É bom tar em casa com a família não é? Eu também acho, mas lá tive que vir substituir alguém sem princípios que ficou em casa enrolado no sofá no quentinho do lar.
sexta-feira, 13 de abril de 2012
Mãe 360
Esta minha falta de tempo não está a ajudar... A mãe360º abriu inscrições para uns encontros fotográficos e eu já não consegui vaga :( snif snif, fiquei triste. Ela é espectacular e faz um trabalho brilhante. Tenho a certeza que me ia ensinar umas coisas bem interessantes :( ainda por cima estava de folga nos dias do curso... Tenho de estar bem atenta ao próximo :)Ou então torcer para que alguém desista ;)
quarta-feira, 28 de março de 2012
O meu brinquedo novo
Que eu gosto de fotografia toda a gente sabe, mas perceber do assunto... naaaaa, isso já não é comigo. Diogo, vais ser o meu mestre (espero que saibas)!
terça-feira, 20 de março de 2012
Miguel Esteves Cardoso
Como é que se esquece
alguém que se ama? Como é que se esquece alguém que nos faz falta e que nos
custa mais lembrar que viver? Quando alguém se vai embora de repente como é que
se faz para ficar? Quando alguém morre, quando alguém se separa - como é que se
faz quando a pessoa de quem se precisa já lá não está?
As pessoas têm de morrer; os amores de acabar. As pessoas têm de partir, os sítios têm de ficar longe uns dos outros, os tempos têm de mudar. Sim, mas como se faz? Como se esquece? Devagar. É preciso esquecer devagar. Se uma pessoa tenta esquecer-se de repente, a outra pode ficar-lhe para sempre. Podem pôr-se processos e acções de despejo a quem se tem no coração, fazer os maiores escarcéus, entrar nas maiores peixeiradas, mas não se podem despejar de repente. Elas não saem de lá. Estúpidas! É preciso aguentar. Já ninguém está para isso, mas é preciso aguentar. A primeira parte de qualquer cura é aceitar-se que se está doente. É preciso paciência. O pior é que vivemos tempos imediatos em que já ninguém aguenta nada. Ninguém aguenta a dor. De cabeça ou do coração. Ninguém aguenta estar triste. Ninguém aguenta estar sozinho. Tomam-se conselhos e comprimidos. Procuram-se escapes e alternativas. Mas a tristeza só há-de passar entristecendo-se. Não se pode esquecer alguem antes de terminar de lembrá-lo. Quem procura evitar o luto, prolonga-o no tempo e desonra-o na alma. A saudade é uma dor que pode passar depois de devidamente doída, devidamente honrada. É uma dor que é preciso aceitar, primeiro, aceitar.
É preciso aceitar esta mágoa esta moinha, que nos despedaça o coração e que nos mói mesmo e que nos dá cabo do juízo. É preciso aceitar o amor e a morte, a separação e a tristeza, a falta de lógica, a falta de justiça, a falta de solução. Quantos problemas do mundo seriam menos pesados se tivessem apenas o peso que têm em si , isto é, se os livrássemos da carga que lhes damos, aceitando que não têm solução.
Não adianta fugir com o rabo à seringa. Muitas vezes nem há seringa. Nem injecção. Nem remédio. Nem conhecimento certo da doença de que se padece. Muitas vezes só existe a agulha.
Dizem-nos, para esquecer, para ocupar a cabeça, para trabalhar mais, para distrair a vista, para nos divertirmos mais, mas quanto mais conseguimos fugir, mais temos mais tarde de enfrentar. Fica tudo à nossa espera. Acumula-se-nos tudo na alma, fica tudo desarrumado.
O esquecimento não tem arte. Os momentos de esquecimento, conseguidos com grande custo, com comprimidos e amigos e livros e copos, pagam-se depois em condoídas lembranças a dobrar. Para esquecer é preciso deixar correr o coração, de lembrança em lembrança, na esperança de ele se cansar.
Miguel Esteves Cardoso, in 'Último Volume'
Dedico este texto a ti, Bruno, porque acho que o soubeste "viver" como ninguém. E tu sabes e percebes o que digo.
As pessoas têm de morrer; os amores de acabar. As pessoas têm de partir, os sítios têm de ficar longe uns dos outros, os tempos têm de mudar. Sim, mas como se faz? Como se esquece? Devagar. É preciso esquecer devagar. Se uma pessoa tenta esquecer-se de repente, a outra pode ficar-lhe para sempre. Podem pôr-se processos e acções de despejo a quem se tem no coração, fazer os maiores escarcéus, entrar nas maiores peixeiradas, mas não se podem despejar de repente. Elas não saem de lá. Estúpidas! É preciso aguentar. Já ninguém está para isso, mas é preciso aguentar. A primeira parte de qualquer cura é aceitar-se que se está doente. É preciso paciência. O pior é que vivemos tempos imediatos em que já ninguém aguenta nada. Ninguém aguenta a dor. De cabeça ou do coração. Ninguém aguenta estar triste. Ninguém aguenta estar sozinho. Tomam-se conselhos e comprimidos. Procuram-se escapes e alternativas. Mas a tristeza só há-de passar entristecendo-se. Não se pode esquecer alguem antes de terminar de lembrá-lo. Quem procura evitar o luto, prolonga-o no tempo e desonra-o na alma. A saudade é uma dor que pode passar depois de devidamente doída, devidamente honrada. É uma dor que é preciso aceitar, primeiro, aceitar.
É preciso aceitar esta mágoa esta moinha, que nos despedaça o coração e que nos mói mesmo e que nos dá cabo do juízo. É preciso aceitar o amor e a morte, a separação e a tristeza, a falta de lógica, a falta de justiça, a falta de solução. Quantos problemas do mundo seriam menos pesados se tivessem apenas o peso que têm em si , isto é, se os livrássemos da carga que lhes damos, aceitando que não têm solução.
Não adianta fugir com o rabo à seringa. Muitas vezes nem há seringa. Nem injecção. Nem remédio. Nem conhecimento certo da doença de que se padece. Muitas vezes só existe a agulha.
Dizem-nos, para esquecer, para ocupar a cabeça, para trabalhar mais, para distrair a vista, para nos divertirmos mais, mas quanto mais conseguimos fugir, mais temos mais tarde de enfrentar. Fica tudo à nossa espera. Acumula-se-nos tudo na alma, fica tudo desarrumado.
O esquecimento não tem arte. Os momentos de esquecimento, conseguidos com grande custo, com comprimidos e amigos e livros e copos, pagam-se depois em condoídas lembranças a dobrar. Para esquecer é preciso deixar correr o coração, de lembrança em lembrança, na esperança de ele se cansar.
Miguel Esteves Cardoso, in 'Último Volume'
Dedico este texto a ti, Bruno, porque acho que o soubeste "viver" como ninguém. E tu sabes e percebes o que digo.
quarta-feira, 14 de março de 2012
Cerca do Sul
Aqui vamos nós para um mega fim de semana a três!! Obrigada Rita, Zé, Bruno e Catita... acho que vamos adorar!
terça-feira, 13 de março de 2012
Ninguém nasce "super mãe"!!
Ninguém nasce super mãe nem super mulher. Ou se nasce com vontade de vencer e força suficiente para se chegar lá, ou não se nasce com ambição para tal e nunca sequer se chega perto.
segunda-feira, 12 de março de 2012
Internet, o maior inimigo de uma grávida ou recente mamã!!
Parece estranho mas
é verdade. A Internet é um Mundo muito grande e ou as pessoas têm os pés bem
assentes na terra ou então... ui, só ficam mais nervosas cada vez que a
consultam. Na Internet há 457 mil histórias de gravidezes que correram mal, há
599 mil histórias de bebés pequeninos que ficaram com esta ou aquela doença, que
evoluíu para não sei mais o quê... e aquelas pessoas que são fracas de cabeça o
que fazem?? Vão à Internet pesquisar tudo e mais alguma coisa. Só que em vez de
fazerem como as pessoas inteligentes que filtram o que lêem e só se baseiam em
factos reais, não. Baseiam-se numa data de "supostamentes" que nunca chegam a
acontecer. Parece até que ficam em casa a olhar para os filhos à espera que lhes
apareça uma borbulha não sei onde, ou que a febre suba até não sei quanto.
Gente, por favor... CALMA!!! A Internet é para ser usada a nosso favor. Se com
isso ficamos mais stressados, então chega. Não a usamos e ponto final, boa?? É
que não sei se sabem mas o stress é o maior inimigo de uma pessoa!! Há
pediatras, obstetras, a Saúde 24... qualquer coisa! Tudo menos usar erradamente
a informação que temos à frente!!
quarta-feira, 7 de março de 2012
Parabéns minha princesa
A minha sobrinha
mais velha faz hoje 6 anos... 6 anos!!!A Luna despertou em mim a vontade de ser mãe.
Mostrou-me o que era gostar de alguém incondicionalmente, ter vontade de a
educar, de a adormecer, de tomar conta dela quando estivesse doente... Com a
Luna aprendi que as crianças são o melhor do Mundo. Temos uma relação
simplesmente única e especial e é a mim que a mãe liga se ela não quer vestir a
camisa x ou y. Se a tia veste ela também vai vestir com
certeza. Ela é especial na minha vida e eu sei que sou muito especial na dela.
Quando a vou buscar à escola ela corre para o meu colo com uma genica como se
tivesse medo que eu fosse fugir. Agarra-se a mim e não me larga mais. E eu fico
babada com ela agarrada a mim, assim tipo lapa que não se quer soltar da rocha.
Sei que me adora e eu adoro-a. E apesar de já ter tido de lhe ralar, de lhe ter
dado uma ou outra "palmada", ela continua a ficar com os olhos brilhantes cada vez
que eu apareço de surpresa. PARABÉNS meu amor. Um dia vais conseguir ler este
texto e vais perceber a importância que tens no meu Mundo. Adoro-te!!
Cama ou não cama?
O relógio marca meio dia. Eu já me levantei, dei o pequeno almoço ao príncipe, brincámos um bocadinho e fui deixá-lo na creche. Cheguei e estendi a roupa. Lavei a loiça suja dos pequenos almoços. Depois fui um bocado ao Facebook cuscar as últimas novidades da vida alheia e agora tenho uma dúvida existencial. Cama ou não cama? Tou cheia de sono porque o Duarte esteve doente na semana passada e as noites quando ele está assim são simplesmente horríveis (e como trabalhei no fim de semana não deu para recuperar porra nenhuma). Mas olho para a casa e uma mega arrumação chama por mim... mas eu continuo com sono e não sei para onde me virar... Caguei, vou dormir. A minha almofada falou mais alto ;)
terça-feira, 6 de março de 2012
Maria Mariquitas
Eu sou uma verdadeira naba que nem sequer estou a conseguir pôr esta foto direita mas não posso deixar de partilhar convosco o carinho desta mulher do Norte... é profissional, querida, simpática. Daquelas pessoas com que ganhamos uma empatia enorme sem sequer nunca nos termos visto. Um beijinho muito grande e um obrigada por todo o carinho e amor que depositaste em cada encomenda que te fiz até hoje:)
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
Sessão fotográfica - SPOIL
Para todas as mamãs que andam à procura de alguém para lhes fazer uma sessão fotográfica posso-vos assegurar que a SPOIL é dos melhores sítios. Eu adorei a minha. Fiz com a Vera que estava grávida na altura e que nos deixou mega à vontade. E olhem que para quem conhece o meu marido isso não é uma tarefa nada fácil ;)
Nunca mais uso gelinho nem unhas de gel nem raio que o parta!
Merda para o gelinho e para as esteticistas que dizem que não faz mal à unha. Que ideia... Então quem me explica porque raio deixei de ter unha? Tenho assim qualquer coisa parecida com uma folha de papel que se dobra (nem parte de tão fino que é). Se mais algum dia vier com a ideia louca de por gel ou gelinho, meninas do meu coração, vocês relembrem-me do lindo estado em que tenho as mãos, sim?
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
Não gosto do dia dos namorados
Para dizer a verdade nunca gostei deste dia. Mas hoje teve um sabor especial quando recebi este miminho na creche :) E é verdade... ele é o amor das nossas vidas!!
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
Tou completamente derretida...
Sabem aqueles dias em que acordamos e que achamos que o nosso filho é o mais lindo do Mundo (mais ainda do que nos outros dias, porque o mais lindo é sempre)? Hoje acordei com a sensação de que o meu filho é mesmo lindo... e nem consigo perceber como é que o vou deixar à creche e não o enchem logo de beijos por estar a chegar o baby mais lindo do bairro. Aliás, não percebo como é que passamos na rua e as pessoas não param para olhar para ele (quer dizer, houve duas ou três que se meteram com ele, devem ter percebido ;))
Ao que chegámos... nunca quis ser uma destas mães, mas é impossível controlar porque ele é mesmo mesmo lindo ;). Pronto, eu assumo. Estou apaixonada, rendida, encantada... e feliz! Muito feliz!
Ao que chegámos... nunca quis ser uma destas mães, mas é impossível controlar porque ele é mesmo mesmo lindo ;). Pronto, eu assumo. Estou apaixonada, rendida, encantada... e feliz! Muito feliz!
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
Anda brincar comigo mãe
Seis da manhã (5.58h para ser mais precisa) e o intercomunicador dispara. Do outro lado não se houve um choro, ouve-se qualquer coisa como um "dadadada". Não é possível. Viro a cara para o outro lado e a seguir aos "dadadas" vêm gargalhadas bastante sonoras. Hesito em levantar-me, pondero fingir que não estou a ouvir para ver se o pai lá vai. Nada. As gargalhadas aumentam de som e eu levanto-me, visto o robe para enfrentar o frio do corredor e entro no forninho que é o quarto do Duarte. Quando me vê não disfarça a alegria. Palra, bate palmas (à sua maneira bastante peculiar), bate com os pés... está feliz! E eu acabo por me render e dou-lhe um sorriso. Pego-lhe ao colo com a secreta esperança que volte a fechar os olhos... ridícula. Está pronto para a festa. O pai acorda tal é a animação naquele quarto. Em piloto automático vai à cozinha preparar um leitinho e volta-se a deitar.
Eu dou-lhe o leite e vejo as horas, 6.15h. Continua escuro lá fora, os pássaros não cantam e os carros estão repletos de geada. Está frio, está muuuito frio. O Duarte bebe o leite num ápice e volta a sorrir. Abre aqueles olhões lindos e fica assim, a olhar para mim. E eu fico assim, a olhar para ele. São 6.45h. Ele está calmo mas bastante acordado. Deito-o na cama. Ali fica, sossegado mas de olhos bem abertos. Apago a luz e fico a espreitar. 6.55h e ele já dorme novamente que nem um anjinho. Volto para a cama, são 7h da manhã. E durmo até o intercomunicador deixar, que é como quem diz, até o meu filho decidir que a cama tem picos e está na hora de começar o dia.
Eu dou-lhe o leite e vejo as horas, 6.15h. Continua escuro lá fora, os pássaros não cantam e os carros estão repletos de geada. Está frio, está muuuito frio. O Duarte bebe o leite num ápice e volta a sorrir. Abre aqueles olhões lindos e fica assim, a olhar para mim. E eu fico assim, a olhar para ele. São 6.45h. Ele está calmo mas bastante acordado. Deito-o na cama. Ali fica, sossegado mas de olhos bem abertos. Apago a luz e fico a espreitar. 6.55h e ele já dorme novamente que nem um anjinho. Volto para a cama, são 7h da manhã. E durmo até o intercomunicador deixar, que é como quem diz, até o meu filho decidir que a cama tem picos e está na hora de começar o dia.
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
Vai ali ter um filho e depois fala comigo
Apetece-me responder torto a todas aquelas pessoas que não percebem que ter um filho implica mudanças na nossa vida, a sério. Santa paciência!! Tou farta de receber respostas tortas porque não queremos sair de casa às tantas da noite, fartinha!! Se querem saber a verdade, já muito fazemos nós (às vezes acho que demais). Aposto que não conhecem meia dúzia de casais com filhos pequenos que continuem a estar com os amigos com a frequência com que nós estamos. Mas quer queriam quer não a nossa vida mudou, os nossos hábitos mudaram e o Duarte é a nossa primeira e única prioridade neste momento. E merda para aqueles que se fazem passar por amigos e não percebem que não queiramos sair de casa às onze da noite para ir beber café. Mas tá tudo louco?? Eu tenho um filho de 8 meses, cabe na cabeça de alguém que o vá tirar de casa a essa hora para ir onde quer que seja?? "ah, mas ficávamos aqui no quentinho na conversa". A sério, não tenho paciência... e a todos esses ignorantes que acham que isso se faz a uma criança, deixem de nos dizer coisas, a sério. Sem problema. Neste momento da nossa vida queremos que a adaptação à creche continue a correr bem e que ele comece a ganhar bons hábitos de sono, e isso implica não sair de casa depois do jantar, implica, e então?? Que têm vocês a ver com isso? Não voltamos a sair de casa depois do jantar durante 6 meses, um ano, o tempo que for preciso. E se não percebem isso sinceramente não tenho pena nenhuma, é uma amizade que fica congelada até ao dia em que tiverem filhos e perceberem o que é ter um filho e os esforços que se fazem para eles ganharem hábitos.
Eu sei e defendo que uma criança não tem de alterar radicalmente a vida de um casal, e não é isso que tem acontecido, mas também sei que não posso exigir a uma criança de 8 meses que perceba que está na casa de não sei quem, que adormece lá e depois chega a casa e já não acorda. E como isso sai é do nosso corpo, merdum pra quem não percebe que eu não quero chegar a casa às duas da manhã e ainda dar outro biberão e voltar a perder não sei quanto tempo a adormece-lo só porque me dei ao luxo de sair de casa para estar na conversa.
Eu sei e defendo que uma criança não tem de alterar radicalmente a vida de um casal, e não é isso que tem acontecido, mas também sei que não posso exigir a uma criança de 8 meses que perceba que está na casa de não sei quem, que adormece lá e depois chega a casa e já não acorda. E como isso sai é do nosso corpo, merdum pra quem não percebe que eu não quero chegar a casa às duas da manhã e ainda dar outro biberão e voltar a perder não sei quanto tempo a adormece-lo só porque me dei ao luxo de sair de casa para estar na conversa.
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